Pensamento Revolucionário: O Tribunal Supremo da História

É impressionante como o mentalidade revolucionária tem procurado justificar a criminalidade de certos grupos pela simples natureza de minoria dos agentes. Se um homossexual é assaltado, temos um caso de homofobia. Se um negro assassina um jovem após lhe roubar o celular, é porque ele é mais uma vítima do “sistema” capitalista opressor e precisa ser tratado com toda a misericórdia possível. Pra resumir, hoje o criminoso tem o DIREITO (aqui vai o conceito jurídico) de agir criminosamente, criando, automaticamente, o DEVER à vítima de permitir ser vítima. Trata-se aqui de uma inversão moral da qual este País já se mostra adepto.

O caso Zimmerman é um bom exemplo disso. Em 26 de fevereiro de 2012, o neighborhood watch (é uma espécie de vigia noturno), George Zimmerman, avistou um indivíduo andando pelo bairro no qual ele trabalhava. Por se tratar de um sujeito estranho à vizinhança, além de andar com um capuz (veja que era durante a madrugada), o vigia ligou para a polícia local a fim de relatar a presença de um indivíduo suspeito (o que, pra quem conhece os EUA, é bem comum… tente alugar um carro e ficar apreciando as casas de alguma região residencial). O rapaz, Trayvon Martin, percebendo a atitude do vigia, partiu pra cima dele com agressões. Valendo-se de uma permissão legal (refiro-me aqui a “stand your ground law“), o sr. Zimmerman atirou fatalmente no rapaz negro.

A mídia, sabiamente, estampou os jornais como se isso fosse um crime de “brancos” contra “negros”. É só dar uma olhada na foto abaixo que podemos perceber que o vigia não era branco, mas hispânico:

A mídia fez aquele alvoroço, afinal, Trayvon era um pobre negro vivendo num estado de brancos, a Flórida, criando a ideia do “já está condenado”. É fantástico como o apelo midiático incorpora a ideia de ser uma “autoridade máxima julgadora da história”, ditando quem é vítima e quem é culpado antes mesmo de se avaliarem os fatos. O que ocorreu, no entanto, foi que o vigia foi absolvido (e por um júri composto por mulheres).

O que chega ao Brasil? Ora, o que chega aqui é que o branco (que não é branco, mas hispânico) foi absolvido por ser branco; e o negro, foi morto por ser negro. Há um afastamento de fatos para se criar uma julgamento pré-definido. O próprio Obama, que no seu livro Dreams from my Father, exalta sua qualidade de negro,  chegou a dizer que se ele tivesse um filho, este se pareceria com o jovem negro morto.

Os frutos desse discurso já podem ser vistos hoje. O que se observa nas ruas americanas é uma série de violência de negros contra brancos, num intuito de “fazer justiça ao irmão Trayvon” (ver aqui). Grupos de jovens negros saem às ruas nas madrugadas atrás de brancos indefesos para executarem o que eles chamam de “Knockout Game“, que consiste em bater no indivíduo até ele ficar desacordado. Vários casos já foram listados no site cujo link colocamos acima. E a grande mídia, obviamente, não se manifesta sobre isso. O que remanesce, portanto, é o senso de injustiça e de ódio ao povo branco: um povo mal e que odeia o pobre negro.

A mordaça ideológica socialista é o que me deixa mais indignado. Com toda certeza, um indivíduo que, assim como eu, discorda de certas posturas, como o abuso da condição de “minoria”, vai automaticamente e inevitavelmente ser taxado de “racista”, “homofóbico”, “reacionário” etc. Um indivíduo minimamente lúcido deve estar chegando a tamanha indignação que tem que se orgulhar em receber tais adjetivos.

Especialmente na Faculdade de Direito da USP, na qual estudo, o absurdo ideológico chegou a tomar dimensões de bestialidade extrema. Tive a honra de receber o título de “Reinaldo Azevedo da São Francisco” (o que, pra mim, é grande honra)! Enquanto isso, a molecada segue fumando seus baseados nas dependências da faculdade (pagando de intelectuais marxistas – que nunca leram Marx) e os professores defendendo com unhas e dentes o governo petista. Isso que é motivo de revolta…

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